
O UFO foi formado em 1969 e gravou seus primeiro e segundo álbuns em 1970 e 1971, respectivamente. O som seguia uma linha do que se rotulava “Space Rock”, bem diferente do que consagrou a banda nos anos 70.
Após a saída do primeiro guitarrista, Mick Bolton, algumas tentativas com Larry "Wallis" Wallace (primeiro guitarrista do Motorhead) e Bernie Marsden (que depois veio a tocar com o Whitesnake) nas seis cordas foram realizadas. Mas Phill Mogg (vocal), Andy Parker (bateria) e Pete Way (baixo) acabaram fazendo a melhor escolha, recrutaram Michael Schenker, ex-Scorpions, que, apesar de ter entrado na banda após dois albuns lançados, passou a ser o maior destaque do quarteto. Com essa formação, lançaram o aclamado “Phenomenon”, de 1974. Nele encontramos os maiores clássicos da banda: “Rock Bottom” e “Doctor Doctor”. O album marcou uma mudança (positiva) no som da banda, taxado por alguns como Heavy Metal, por outros como Hard Rock. Som esse que mais tarde influenciaria uma penca de bandas, principalmente inglesas, dando maior ênfase às bandas do “New Wave of British Heavy Metal” (NWOBHM), movimento que contava com pesos pesados como Judas Priest (banda que encabeçou), Iron Maiden, Saxon e Def Leppard.
Seguindo a mesma linhagem sonóra do clássico de 74, “Force It” é lançado em 1975, com a mesma formação de “Phenomenon”. A capa causou certa polêmica na época, o que não atrapalhou o trampo de ser um clássico imediato, novamente, como seu antecessor.
O album foi produzido pelo então baixista do Ten Years After, Leo Lyons. Outro membro do Ten Years After a participar do album foi o tecladista Chick Churchill.
Em “Force It” estão clássicos de obrigatória execução em shows da banda até os dias atuais. Shoot Shoot, Let It Roll, Mother Mary, This Kids e Out in the Streets ainda arrancam berros e arrepios da marmanjada.
“Ahhhh mulequeeee!!!”. Sonzeira obrigatória em seu acervo Hard/Heavy, hein?! Quem conhece sabe do que estou falando. Quem ainda não tem o album, faça o Down agora e “arteie” o som ao ouvir!
Baixe aqui.
Após a saída do primeiro guitarrista, Mick Bolton, algumas tentativas com Larry "Wallis" Wallace (primeiro guitarrista do Motorhead) e Bernie Marsden (que depois veio a tocar com o Whitesnake) nas seis cordas foram realizadas. Mas Phill Mogg (vocal), Andy Parker (bateria) e Pete Way (baixo) acabaram fazendo a melhor escolha, recrutaram Michael Schenker, ex-Scorpions, que, apesar de ter entrado na banda após dois albuns lançados, passou a ser o maior destaque do quarteto. Com essa formação, lançaram o aclamado “Phenomenon”, de 1974. Nele encontramos os maiores clássicos da banda: “Rock Bottom” e “Doctor Doctor”. O album marcou uma mudança (positiva) no som da banda, taxado por alguns como Heavy Metal, por outros como Hard Rock. Som esse que mais tarde influenciaria uma penca de bandas, principalmente inglesas, dando maior ênfase às bandas do “New Wave of British Heavy Metal” (NWOBHM), movimento que contava com pesos pesados como Judas Priest (banda que encabeçou), Iron Maiden, Saxon e Def Leppard.
Seguindo a mesma linhagem sonóra do clássico de 74, “Force It” é lançado em 1975, com a mesma formação de “Phenomenon”. A capa causou certa polêmica na época, o que não atrapalhou o trampo de ser um clássico imediato, novamente, como seu antecessor.
O album foi produzido pelo então baixista do Ten Years After, Leo Lyons. Outro membro do Ten Years After a participar do album foi o tecladista Chick Churchill.
Em “Force It” estão clássicos de obrigatória execução em shows da banda até os dias atuais. Shoot Shoot, Let It Roll, Mother Mary, This Kids e Out in the Streets ainda arrancam berros e arrepios da marmanjada.
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SPACE ACE
Sem dúvidas, os clássicos que vc citou foram todos executados na tour que passou por BH, "Shoot Shoot" e principalmente "out in the streets" não saem da minha mente! que sonzeira!
ResponderExcluirPhill Mogg, hoje um senhor de 62 anos, atuou muito bem nos vocais, mostrando que suporta o peso da responsabilidade, bem como todo o restante da Banda.
Showzaço... curtam esse som!!!