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"A encruzilhada" de Robert Johnson: A lenda diz que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississipi, em troca de uma formidável habilidade para tocar guitarra. Mitos a parte, dedicamos nossos esforços àqueles que apreciam o melhor do Rock, Soul, Blues, funk, hard, heavy metal e todas as vertentes que o estilo Rock n Roll nos direciona. SEJAM BEM VINDOS.

Saudações velhos companheiros,

omo diz o ditado, o bom filho a casa torna!

Foram vários anos desde minha ultima postagem, neste longo período conheci e redescobri varias bandas. Bom, o retorna deste velho marujo mundo dos blogueiros tem um único objetivo, propagar e divulgar o bom e velho rock! Então meus caros, divirtam-se como eu vou me divertir e apreciem como eu aprecio essa boa música! E nunca, nunca mesmo deixem que a chama do rock se apague!

Lembrando que críticas e sugestões são sempre bem vindas!

Um grande abraço desse velho lobo do rock!

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domingo, 23 de maio de 2010

Kiss - Best Covers & Tributes


KAKAU, meu velho e radical amigo, ofereço este post a vosmecê! hehehe...

Esse post se trata de um apanhado dos melhores covers e tributos a uma das maiores mais influentes bandas de todos os tempos: KISS!!!

Procurei selecionar desde versões bastante peculiares até covers fiéis dos maiores clássicos da banda americana.

Parte 01:

Anthrax – She (Dressed to Kill – 1975)= trata-se de um ícone do Trash Metal dos 80’s, componente do Big Four of Trash Metal,juntamente com Metallica, Megadeth e Slayer. A versão ficou matadora!!!

Buzz Osbourne, Bruce Kulick, Blasko, Carmine Appice - God Of Thunder (Destroyer – 1976) = músicos que se juntaram com o único propósito de fazer um tributo ao Kiss. Buzz Osborne, ex Melvins e Phantomas, no vocal; Bruce Kulick, ex Kiss e atual Grand Funk Railroad, guitarras; Blasko, baixista do Rob Zombie e, pirem, Carmine Appice, ex Cactus, Beck, Bogart e Appice, na batera! Versão direta e pesada, com solos adicionais!

Foo Fighters- Ozone (Ace Frehley – 1978) = banda do momento, recentemente estiveram no palco com Jimmy Page e John Paul Jones, tocando clássicos do Led Zeppelin. Versão pouco diferente da original, a não ser o solo, bem pior. Engraçado é que o timbre do vocal de Dave Grohl ficou bem parecido com o de Ace Frehley.

Hayseed Dixie - Calling Dr. Love (Rock na Roll Over – 1976) = essa banda faz tributos às bandas clássicas, como AC/DC e Kiss, fazendo versões country de seus maiores sucessos. Tais versões regadas a violinos e banjos, bem aceleradas!

Iced Earth - Creatures Of The Night (Creatures of the Night – 1982) = banda influenciada por Sabbath, Iron e Judas. Heavy Metal, Power Metal, Prog Metal, para quem gosta. Boa versão de uma banda extremamente técnica.

Kip Winger, Paul Gilbert, Greg Bissonette - I Want You (Rock and Roll Over – 1976) = Kip Winger, vocalista do Winger; Paul Gilbert, guitarrista do Mr. Big (muito inlfuenciado por Ace) e Greg Bissonette, que já tocou com Satriani, Vai e David Lee Roth, na batera. Paul Gilbert não se contentou em apenas copiar as frases de Ace no solo. Hehe...

Megadeth - Strange Ways (Hotter Than Hell – 1974) = mais um membro do Big Four of Trash Metal. Mustaine e Cia fazem uma introdução de N.I.B. do Sabbath, antes de definitivamente começarem Stange Ways, que é cantanda originalmente por Peter Criss, no clássico álbum de 74.

Phil Lewis, Gilby Clarke, Jeff Pilson, Bobby Rock – Strutter (Kiss – 1974) = Phil Lewis - vocal do LA Guns -, Gilby Clarke – ex-guitarrista do Guns n’ Roses -, Jeff Pilson – currículo invejável: Dio, Dokken, Foreigner e Steel Dragon (soundtracks do filme) -, no baixo. Versão bem legal, não muito diferente da original.

Sebastian Bach- Rock Bottom (Dressed to Kill – 1975) = versão sem grandes diferenças da original, que ficou “cool” na voz de Bach. O cara é tão fan do Kiss, que em sua mansão tem uma fonte, onde a água (vermelha) sai da boca gigante de uma escultura de Gene Simmons, passando pela língua, caindo direto num poço.

The Mighty Mighty Bosstones - Detroit Rock City (Destroyer – 1976) = versão no mínimo curiosa desta banda de Ska. Um vocal meio gutural, guitarras distorcidas e naipes de metais deixaram a música com toques bem peculiares. Reparem no solo! Hehehe...

The Wet Sprocket - Rock And Roll All Nite (Dressed to Kill – 1975) = quanta personalidade! Esta banda de rock alternativo transformou um dos maiores clássicos do rock em uma balada! E, acreditem, ficou bem bacana!

Van Halen - Firehouse (live) (Kiss – 1974) = muitos não sabem, mas Gene Simmons descobriu e produziu o primeiro trabalho do Van Halen. Esta versão ao vivo, apesar de uma qualidade mais baixa, ficou poderosa e o solo ficou bem ao estilo Van Halen de tocar.

Parte 02:

Alien Fashion Show - Detroit Rock City (Destroyer – 1976) = versão muito bacana!!! Para quem gosta de metais e daquele som tradicional das Big Band’s.

Dee Snider, Doug Aldrich, Marco Mendoza, John Tempesta - Detroit Rock City (Destroyer – 1976) = mesma levada da original, exceto por algumas variações feitas por Doug Aldrich. Para quem não reconheceu por nome esses pesos pesados: Dee Snider (vocal do Twisted Sister), o cavalinho Doug Aldrich (guitarra - Dio/Whitesnake), Marco Mendoza (baixo - John Sykes/Whitesnake/Ted Nugent ) e John Tempesta (batera - Testament/Exodus/The Cult/Rob Zombie/White Zombie/Helmet).

Extreme – Strutter (Kiss – 1974) = versão funkeada, bem diferente da original. Talvez um dos pontos mais altos quando o assunto é tributo ao Kiss. Gary Cherone canta com competência, muitas vezes até lembrando o timbre de Paul Stanley.

Garth Brooks - Hard Luck Woman (Rock and Roll Over 1976) = o cantor country americano fez uma versão mais fiel à original, de 1976. Paul Stanley faz os Backing Vocais.

Helloween - I Stole Your Love (Love Gun – 1977) = essa é para quem gosta de Heavy Metal Melódico. Talvez a banda mais importante do gênero, Helloween também se rendeu aos mascarados. A versão ficou bem parecida com a original, claro que com outros timbres e pegadas, mas não mudaram o andamento.

Lemmy Kilmister, Jennifer Batten, Samantha Maloney - Shout It Out Loud (Destroyer - 1976) = versão bem bacana, contou com Lemmy, do Motorhead, no baixo e vocal; Jennifer Batten, guitarrista que já tocou com Jeff Beck e Michael Jackson - uma loira maluca de cabelo armado um tanto exótica, fez parte da banda do astro pop por muitos anos, inclusive na tour do Bad e Dangerous - mostrou intimidade quando o assunto é Hard Rock, e Samantha Maloney, batera do Hole e ex Motley Crue.

Lenny Kravitz feat. Stevie Wonder – Deuce (Kiss – 1974) = outros dois nomes de peso. Fiquei muito surpreso quando soube que Stevie Wonder tocaria gaita nesse som. Diferentemente de Kravitz, que é um fan confesso da banda. A versão ficou bem diferente da original, swingada.

Pantera – Snowblind (Ace Frehley – 1978) = quando o assunto é música pesada, o Pantera está no topo da lista. O andamento ficou o mesmo da original, mas como se tivesse sido gravada nos anos 90, com uma guitarra mais pesada e destorcida.

Shandi's Addiction - Calling Dr. Love (Rock and Roll Over – 1976) = versão pesada e industrializada do clássico. A banda se trata de um projeto composto por Tom Morello e Brad Wilk (guitarrista e baterista do Rage Against the Machine, respectivamente), Billy Gould (baixista do Faith no More) e James Keenan (vocalista do Tool).

Skid Row - C'mon and Love Me (Dressed to Kill – 1975) = a galera do Skid Row sempre foram fans confessos da banda. C'mon and Love Me com Bach e Cia ficou bem parecida com a original, ou seja, bem legal!

Tommy Shaw, Steve Lukather, Tim Bogart, Jay Schellen - Love Gun (Love Gun – 1977) = Tommy Shaw, guitarrista dos Styx (1976–1983, 1995–presente), além da guitarra, gravou os vocais. Steve Lukather, do Toto, ficou por conta da guitarra solo. O renomado baixista, Tim Bogart, ex Cactus e Beck, Bogart e Appice, deu a honra aos fans do Kiss. Jay Schellen, ex Asia, gravou a batera.

Sempre tive muito interesse e curiosidade de ouvir outras bandas tocando clássicos que as influenciaram. Quando se trata do Kiss então, multiplique essa curiosidade por 10! Hehehe...

Fiz o possível para afunilar as melhores e mais curiosas performances! Enjoy!!!

Baixe aqui a Parte 01!
Baixe aqui a Parte 02!

SPACE ACE

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Kiss - Ace Frehley (1978)

Fogo nas 06 cordas, Mr. Frehley chegou!

Paul Daniel Frehley, nascido em 1951, iniciou seu legado ao ganhar sua primeira guitarra aos 14 anos, suas influências vinham de bandas como o Zeppelin, Stones e Hendrix... Com 22 anos ingressou como guitarrista no Kiss, com quem gravou 14 álbuns, em carreira solo, são 04 álbuns, sendo o último, gravado em 2009 (em breve na Casa).

O ingresso no Kiss, se deu quando Ace viu em um jornal o anúncio para guitarrista. Tratava-se de uma banda desconhecida, Ace se candidatou e ao chegar ao local do teste, ligou sua criança e foi logo tocando... hehehe, esqueceu que tinha que esperar sua vez na fila. Ao encontrar Paul, Gene e Peter, a primeira impressão que nosso ser extraterreno passou, foi a de um desabrigado. Suas roupas eram maltrapilhas e o par de botas composto por um pé vermelho e outro laranja. Porra-louca por natureza, Ace tocou e encantou os caras, vindo a se tornar o quarto integrante do Kiss em 1973. Artista nato, foi ele quem criou o logotipo da Banda.

Em época de álbuns "Solo" no Kiss, o Sr. Ace Frehley presenteou a geração da época (e até as gerações de hoje) com esta obra de arte. Na ocasião, Gene e Paul se dispuseram a ajudar os companheiros de Banda, uma vez que cada álbum solo, dentro da proposta de criação, dava ao integrante liberdade de compor e gravar o que quisesse. Pra surpresa de Gene Simons, Ace, dispensou a ajuda e mandou ver sozinho, sendo o resultado do álbum, o melhor dos 04 solos gravados pelo Kiss (um de cada integrante).

Ace Frehley, sempre condenado por muitos (princ. pelo Kiss), pelo estilo "Bom vivam" de ser, talvez levou o rótulo por conveniência de alguns, porque o cara sempre foi muito bom de serviço. Pecava em seus excessos de álcool e drogas, nenhuma novidade no meio do Rock.

Gravou em ACE FREHLEY, Vocal principal, guitarra solo, Baixo, violão e vocal de apoio, além de compor 08 das 09 músicas do álbum! O álbum possui canções bem feitas, com o selo de qualidade da guitarra de nosso astro. Atenção para "Rip it out", "Speedin back to my baby", "Ozone", "What's on your mind", "New york Grove" e "Wiped-out".

ACE FREHLEY, teve um milhão de cópias vendidas e ganhou o disco de platina. Trata-se de um trabalho que nos mostra a competência de Ace, recheado com muito Rock n Roll !!!

Ouçam aqui!
A sombra do 79

domingo, 25 de outubro de 2009

KISS - Dressed to Kill (1975)


Ok! nobres mancebos! Acho que realmente vocês merecem boa música e é pra isso que estamos aqui! Pra discutir, indicar e expor nossas opiniões, sobre a boa música.

De coração, esse disco aqui é fóda, figurou em episódios da minha adolescência, CARAAAACASSSS! Neste momento ao ouvir "Two Timer" tenho certeza, foi bom d+. Poucos sabem, mas o Kiss fez parte do início de minha fase Rock's. Esse disco em especial, tem todas as músicas que ouvi, com os bigodes topados há 10, 12, 13 anos atrás (ou mais)...

Dressed to kill, é o terceiro do KISS, e conta com a formação original> Paul, Gene, Peter e Ace. Gravaram neste disco um dos maiores Hits da Banda, Rock n Roll All Nite. Apesar do público não ter recebido bem o disco, mais tarde Dressed to Kill ganhou disco de ouro. A verdade é que os 06 primeiros discos do Kiss, são todos bons.... sem exceção. Muito Rock n Roll.

Saudosismo total: Rock Botom, início arrepiante pra depois imergir no Rock; Two Timer, Rock swingado, relaxante, faz bem aos ouvidos <<>>; C'mon and Love Me, está pra mim entre as melhores músicas do Kiss, melhor deste album tb; She, mostra um Kiss mais Hard... muito boa, muito boa; Room Service, Rock n Roll by KISS; Rock n Roll All Nite, clássico da Banda, batida, mas é boa; e por fim Love Her All Can essa latinha é muito massa, eu ficava sempre batendo essa latinha no ar. kkkkkkkkkk, mas pretem atenção ao solo do Sr. Frehley.

Ouçam com vigor! aumentem o som moçada!
A sombra do 79

Como alguns gostam mais que os outros, ofereço ao Magrelo e Cacau.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Banda do Beijo - Explosão Sonora (2009)

"Gimme Life, for the takin'. Gimme love, 'til I'm shakin'. Gimme rules, just for breakin'

Becouse it's never enough, never enough, never enough!"



Após um hiato de 9 anos sem lançar nenhum material novo, Gene e Paul estão na área de novo e, com ou sem Ace e Peter, ainda se mostram em grande forma. Sonic Boom é um álbum direto e mostra que o Kiss não esqueceu a velha fórmula que os levou ao estrelato nos anos 70, 80 e 90.



O disco começa com a matadora “Modern Day Delilah”, um hardão que, na minha opinião, mescla o Kiss de quase todas as fases. Destaque para o riff e o vocal impecável de Paul Stanley. “Russian Roulette” vem em seguida, com Gene no vocal, um hard a lá Kiss mesmo (talvez essa pudesse estar no Psycho Circus). “Never Enough” mostra um Kiss totalmente 80’s, mas sem aquela frescura do “Asylum” ou “Crazy Nights”, acho essa música mais pro estilo de “Slide it In” do Whitesnake. “Yes I Know (Nobody's Perfect)” é a que mais lembra a fase áurea da banda, simples e direta com a levada e refrão bem ao estilo anos 70 pra deixar qualquer fã do Kiss clássico enlouquecido!



A próxima tem uma introdução a lá The Who, é “Stand” que segue com uma levada que as vezes lembra os anos 70’s, mas quando chega o pré-refrão e refrão percebe-se que ela se transforma em um som 80’s com refrão grudento. Nela Gene e Paul se revezam nos vocais.



Não hesito ao arriscar o palpite de que a fizeram com a intenção de ser uma nova “Shout it out Loud”. Apesar de não chegar perto disso, não deixa de ser um som legal. “Hot And Cold” também lembra o Kiss dos 70’ (não se compara a “Yes I Know”). “All For The Glory” fica por conta do pra lá de competente Eric Singer (será que é pré requisito pra tocar batera no Kiss é ter a voz rouca?). Essa música está longe de ser a melhor do disco, mas é legal pra caralho!



“Danger Us”... essa sim! Puta que pariu! É uma pancada no cérebro! Confesso que não sei distinguir onde se encaixa essa música nas várias fases em que o Kiss passou, mas é uma das melhores do álbum. Como sempre, Paul detonando no vocal. “I'm An Animal” é arrastada, mostrando que o Kiss ainda é influenciado pela Santíssima Trindade do Rock. Pesada e com riffs caprichados com Gene mandando muito bem nos vocais. Posso apostar que na nova tour que está por vir será nessa música que o baixista irá babar sangue!



“When Lightning Strikes” Tommy Thayer assume os vocais! Fiquei surpreso, já que a voz do “Ace Cover” é muito boa! Hehehe... e a música não é diferente. “Say Yeah” tem a levada mais “pop” do disco. Típica pra ser tocada em grandes arenas e todo mundo cantar junto! Dessas citadas como influenciadas pela fase 80’s do Kiss, foi a que mais gostei.



Antes de concluir, vale uma observação: Tommy Thayer executou com perfeição as frases criadas por Ace Frehley nos anos 70’s, e se é pra colocar um cara pra imitar o Ace, que chamem o melhor imitador. Foi o que eles fizeram! Eric Singer segurou um pouco a mão, mas mesmo assim a pegada é impecável! Gene e Paul não podiam ter contratado caras melhores! Hehe...



Apesar de não conferir tudo que o falastrão Gene Simmons disse sobre o álbum: “mistura de Love Gun com Rock n Roll Over”, “melhor disco em 30 anos” podemos concluir que é um grande disco, e, como o próprio Gene disse: “não há baladas”. É Rock n Roll do início ao fim, e pode apostar: esse disco já nasceu CLÁSSICO! Deliciem-se!

By Koyzzah e Singer do Cp



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