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"A encruzilhada" de Robert Johnson: A lenda diz que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississipi, em troca de uma formidável habilidade para tocar guitarra. Mitos a parte, dedicamos nossos esforços àqueles que apreciam o melhor do Rock, Soul, Blues, funk, hard, heavy metal e todas as vertentes que o estilo Rock n Roll nos direciona. SEJAM BEM VINDOS.

Saudações velhos companheiros,

omo diz o ditado, o bom filho a casa torna!

Foram vários anos desde minha ultima postagem, neste longo período conheci e redescobri varias bandas. Bom, o retorna deste velho marujo mundo dos blogueiros tem um único objetivo, propagar e divulgar o bom e velho rock! Então meus caros, divirtam-se como eu vou me divertir e apreciem como eu aprecio essa boa música! E nunca, nunca mesmo deixem que a chama do rock se apague!

Lembrando que críticas e sugestões são sempre bem vindas!

Um grande abraço desse velho lobo do rock!

terça-feira, 23 de março de 2010

White Zombie - La Sexorcisto: Devil Music (1992)


My motor-psucho nightmare freak out inside of me. My soul salvation libertation on the drive.

Banda cujo nome fora inspirado em um filme de 1932, gênero: terror, claro! Rob Zombie hoje é cineasta e faz bons filmes, mas em 1992 ele estava mais engajado em fazer letras, tocar guitarra e cantar.

Uma curiosidade na banda é que em sua formação, Rob (vocais), Tom Guay (guitarra), Ivan de Prume (bateria) e Sean (namorada de Rob), havia um "músico" que não tocava. Enquanto a galera fazia barulho Sean, que não sabia tocar baixo, apenas segurava seu instrumento!

O White Zombie faz um som em que mistura trash metal e industrial rock com muito bom gosto. Não faltam riffs nas seis cordas e letras que falam de terror. Alias essa é uma marca da banda, fazer letras que não falam da realidade, tavez daí a explicação para a aflorada criatividade de Rob Zombie em seus filmes.

O La Sexorcisto: Devil Music, Vol 1. é um excelente disco para bater cabeça, ouvir no carro no último volume (quando não há coroas no ambiente), ou dar aquela malhada, nada de querer ler um bom livro de filosofia mesopotâmica. Pode ser um pouco repetitivo mas nada que fuja ao que é comum do gênero.
Koyzzah
Para ouvir essa pedrada na janela

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